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 Digimon Glasses

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Lee-kun
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MensagemAssunto: Digimon Glasses   Sex Out 05, 2012 6:02 pm

Bem, esta fanfic não é apenas minha, a ideia inicial foi de um amigo de outro fórum, ele me convidou para escrevermos juntos, então não estranhem encontrá-la em outro fórum postada por um cara bem diferente de mim. Os capítulos escritos apenas por ele eu irei sinalizar. Trata-se de uma longfic e ainda não sei o número total de capítulos. Também não sei se irei terminá-la, já que não estamos nos encontrando online faz um bom tempo (por motivos pessoais, tais como colégio e coisas do tipo).


'Digimon and The Chronicles Of Twilight Glasses'

Citação :
Nome: 'Digimon Glasses' (Digimon and The Chronicles Of Twilight Glasses)
Gênero: Ação, aventura, comédia, drama e ficção (?)
Classificação etária: 14
Citação :
-Índice-
00 - Prólogo
Cap. 01 - Gean Riwster, O Carregador de Sonhos!
Cap. 02 - Batalha no bar! O cavaleiro de armadura dourada e seu companheiro!
Cap. 03 - ??


Prólogo

Você tem três segundos para chegar lá.O que você faria?

O Deserto era ermo, só, seco e quente. A terra é dourada, o céu também, Agumon sorria e imaginava em cada passo que dava na tempestade de areia que divagava no local, com ventos que assobiavam e cegava os olhos do Digimon com as partículas de areia no ar, que deixavam o ambiente menos visível, e cada toque a ablepsia aumentava, a cada instante que o tempo passava na areia ardente e árida, no sol que levava-o para um lugar onde sua dor do corte do peito poderia cessar. As nuvens de areia faziam-o apertar seus olhos para ver algo maior que ele, além da visão de um e de todos.

Você tem três segundos para chegar lá. O que você faria?

Enquanto o nó da garganta lacrimejante e seca se normalizava, e a queda e dor de cabeça anormal e martelante também seguia o mesmo caminho, ele chorava. As lágrimas caíam como córregos escorrendo em plenas bochechas amareladas, da cor do sol e das nuvens que habitavam o céu em demasia, espalhadas por ventos fortes na imensidão azul que eram escondidas pelas grandes nuvens. As Dunas estriadas não deixavam-no chegar no lugar que mais queria.
- A árvore...preciso chegar na árvore... – Agumon falou roucamente,em pensamentos noutro,que não conseguia distinguir de onde vinham,por não se lembrar de nada, a não ser de dois dias antes talvez. Agora andava lentamente e em tropeços para perto de uma árvore, mas estava mais perto de fechar seus olhos e deixar sua saliva escorrer no chão inóspito e enxuto. Talvez sua saliva naquele mundo pudesse jorrar no chão e se tornar uma árvore, ou salvar alguém - não ele.
Alguns dias atrás, não se lembra como conseguia chegar até ele naquele momento, viu Dodomons morrer. The Eye of Fire parecia ter ordenado algo do gênero, e lembra de que Masaru Daimon gritou algo, com Shinegreymon Burst Mode ao seu lado, e alguma coisa, talvez uma bola gigante de fogo com um pontífice negro do norte ao sul, como em uma bússola, ou o olho de um gato, dizer algo na mente de alguns digimons próximos da Cidade do Principio, que agora inaugurava o seu novo nome – “Cidade do Fim”. Não foi muito. Uma frase na memória, como sussurros metálicos na mente de todos que presenciavam – Acorde ou Morra, Agumon pessoalmente gostou desta frase, e não saberia explicar o porque das cócegas que lhe deram na barriga. Um Retrucar de Daimon - Combater e morrer, é pela morte derrotar a morte, mas temer e morrer é fazer-lhe homenagem com um sopro servil. Depois disso, um grito de guerra qualquer, alto, sem nenhuma frase, só algo jogado ao ar sem certidão de que chegue aos ouvidos de alguém, como o vento, como o pó, como os sonhos.

Você tem três segundos para chegar lá.O que você faria?

ShineGreymon estava morto, Alphamon também. Os 11 Royal Knight se separaram para se tornarem exatamente nada. Quatro se rebelaram contra as mãos do The Eye of Fire, que tinha a promessa de uma Paz universal, terras para as variadas tribos, alimento e uma boa vida, e em parte não mentiu, por isto seis Cavaleiros Reais postaram-se ao seu lado, como bichinhos de estimação obedientes e cegos. Para qualquer acidente ou Caos ainda havia os Digiescolhidos para destruir alguma vez mais o grande mal que começava a se assolar na terra do Digimundo e o salvaria mais uma vez. Porcaria de mundo lascado... MAIS UMA VEZ??? Agumon pensou, compondo um sorriso descarnado, sem nem saber o porquê, estava prestes a morrer, e com certeza, a próxima vez que caísse no chão iria continuar jazendo lá.
Suas patas se afundavam na areia dourada, cada vez mais fundo e pegajoso, puxando para alguma cavidade que nunca iria deixá-lo voltar para a superfície outra vez. E lá estava a árvore que tanto procurava,nada mais que uma grande palmeira, cercada de areia em sua volta, sem nenhum Lago ou Riacho, nem Oásis, nada, somente a Árvore e a terra estriada.Ele alargou seus passos com seus calcanhares doendo interiormente, no osso, dolorido em algo parecido a torções em pequenos pontos. Sua perna estava cansada e preguiçosa, onde um sentar e esticar faria ele sentir a melhor sensação que alguém poderia presenciar, mas não tinha convicção de que levantaria novamente. Sua barriga latejava por fome, seus braços pendiam para o chão como se fossem inexistentes, carne morta, e só estava ali para pesar mais seu frágil e diminuto corpo. E seus olhos... Ah, seus olhos brilhavam com a árvore a diante, e faltava só mais um pouco... só mais...

Você tem três segundos para chegar lá.O que você faria?

A sua respiração cessou levemente, e a sensação de tontura começou a lhe rondar, e deixar todos seus membros frouxos, doentios, lânguidos e leves como uma pena. Logo sentiu o Colapso das suas pernas,quando seu pescoço virou para o lado, cambaleante, e fez sua cabeça pesar para este, mas ele ainda se sentia leve. A salvação, a fome, o desespero, a morte, e os mistérios que surgem podem me esperar por um tempo. Foi quando caiu, e começou a sentir a falência lenta de sua cabeça, enquanto suas pestanas quase invisíveis pesavam para baixo, ainda resistentes por piscadelas rápidas. Deu uma última olhadela para o céu com nuvens amareladas o cobrindo.Sorriu,em uma ultima tentativa de tocar a tal árvore cintilante no deserto solitário. Girou no chão, de modo a lhe deixar de bruços, sentiu a sua mente lhe dar um Colapso derradeiro, que põe um desfecho final a história redigida, percebeu o corte no seu peito arder, enquanto ainda jorrava uma minúscula quantidade de sangue no solo infértil, em ferida quase estancada. Deu seu último suspiro, e então se foi.

Você tem três segundos para chegar lá.O que você faria?
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Lee-kun
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MensagemAssunto: Re: Digimon Glasses   Sab Out 13, 2012 11:20 pm

Capitulo 1
Gean Riwster – O Carregador de Sonhos


Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz. E de ir... Claro,de ir.
Gean dava passos em volta da casa, em meditações outrora, longe dali.
Era noite, e a única coisa que lhe chamava a atenção naquilo era uma luz acesa no segundo andar de sua casa, em gritos ocasionais de “Espera aí! Já estou indo...”. E por isso preferia pensar; somente isto.
- Dá para ir logo aí? – Falou alto o suficiente para o segundo andar da casa ouvir.
- Já terminei sim, peraí.
Ouviu-se passos descendo as escadas da sala fortemente, com o pé pesado de Lucas batendo na madeira grossa e consistente na descida, até que abriu a porta da frente da casa, onde o Gean o esperava na varanda frontal, sentado em um pedestal de concreto. Até que olhou para trás quando ouviu a porta rumorejar. Lá estava ele, com sua roupa de pescador, que não era nada mais que uma jaqueta bege, com vários bolsos, carregando em si alguns anzóis e iscas artificiais pregadas nos medianos sacos de panos cosidos perto do pescoço. O que mais se destacava na vestimenta era seu chapéu também bege, mas de aba longa e retorcida em ondas na malha que a compunha, com uma grande isca falsa de peixe pequeno azulado. E o que mais incomodava era sua cara de estúpido feliz.
- Beleza, então vamos pescar né?
- O que não faço por um carro em meu aniversário... – Gean fez uma pergunta que se tornou afirmação, girando seus olhos
- E o que não faço para deixar meu irmão feliz?
O Demônio em carne e osso foi mais direto em sua pergunta, e até mesmo mais plausível.
Tudo começou quando seus pais viram a grande briga que eles faziam um contra o outro, mas não conseguiam dar paz aos garotos por simples fatos – o principal era a autonomia. Entretanto, ao menos um respeitava a perspectiva do outro pela maior parte do tempo, o que fazia as batalhas se adiantarem levemente a um ralo fundo e grudento. O estopim da guerra aconteceu na escola, quando Lucas apanhou de um garoto um ano mais velho, com treze anos. Ele não se lembrava de exatamente nada, talvez de um soco, uma leve tontura, outro soco, mundo girando em volta, e depois de alguns segundos, uma luz branca formou-se, mas o que importava, e tinha certeza, é que levou um soco no olho, pois ele estava roxo e ainda ardia. O que incomodou os pais dos meninos foi que Gean, de dezesseis anos estava lá, e não se moveu na cadeira nem por um segundo – quando seu irmão lhe suplicava ajuda, somente lhe dava uma olhadela que estampava um mero “Ti Vira”, e logo voltava seus olhos para um livro ou ouvia as musicas pelos fones de ouvido. Agora está explicado o chapéu de pescador de Lucas, e a cara de Vou para o céu quando morrer de Gean. Ainda não ganhou seu carro que seus pais lhe rometeram, caso fosse gentil por toda sua vida com seu irmão, mas o carro iria lhe ser dado no final do ano, então ao menos até lá ele tentaria.
- Eu posso ir na frente? – Perguntou Lucas, em pulos de hiperatividade.
- Tanto faz... – Gean, ainda carrancudo por querer ter ido sozinho, em um tom de descaso, respondeu.
Andaram pelo gramado verde da pequena casa de classe média, nada mais que uma casa de dois andares, com três quartos, contando que um era para visita, uma suíte, dois banheiros, uma tentativa de sala de recreação, colocando em mostra que nela só havia uma mesa de futebol de botão, e um sonho de seu pai para comprar um bilhar para cobrir o resto da sala, que estava “guardado” especialmente para ela. A casa, no lado de fora, continha todo seu segmento coberto por retângulos de vidro fumê, que refletia a luz do sol, fazendo o interior da casa ter uma sensação aprazível de frescor.A casa era feita de laje, e sua arquitetura eram vários retângulos ou quadrados em todo seu segmento,em níveis dianteiros, outros para trás, pros lados, o que desfaziam o reto, e criava algum tipo de inflexão. Ela tinha dois andares com vários outros compartimentos,mas mal eram usados.
A garagem tinha um caminho para o lado de fora da casa gramado, encoberto com placas de mármore branco em seu segmento, deixando algum vácuo que fazia com que o gramado aparecesse. Abriu a porta metálica da garagem pela maçaneta que ficava na parte de baixo, e a subiu com nenhum esforço. Tudo isto enquanto Lucas tentava desesperadamente puxar algum assunto com o irmão, como se tivesse carência de atenção ou algo do gênero. Abriu a porta do pálio prata, e então foi com o carro rumo ao rio nas cercanias de fazendas que ficavam alguns quilômetros Dalí,com boatos de que um cardume grande de piau estava naquele ponto,e poderiam ficar ali durante dois dias. Seu pai e sua mãe havia ido na casa da sogra, e o pai dos meninos brincava as vezes enquanto se arrumava, dizendo Deus, receba minha sogra com a mesma alegria que eu a mando e a senhora sua mãe o repreendia, falando que a vovó paterna dos meninos não era lá aquelas coisas...
O Verão estava longe de acabar, e isto queria dizer que seria longo o tempo com seu irmão, e iria fazer valer a pena. Perto do destino dos dois, na área de fazendas e de areia batida vermelha, Lucas cortou o silêncio que havia se estabelecido no carro, a não ser pelo som dos saltos das rodas do carro sobre os pedregulhos e inclinações da estrada deformada de terra, ou pelo pequeno recipiente branco de remédio, que tilintava no porta-malas do carro, pois agora carregava anzóis e chumbadas para a pesca.
- Irmão... porque naquele dia você não me defendeu? – Lucas jogou a frase no ar, olhando para a plataforma abaixo de seus pés.
Por algum tempo, Gean olhou para a estrada escura, e silenciosa, com um pequeno clarão a frente, criado pelos faróis do carro. A pergunta o deixou desconfortável na poltrona que estava postado, e o ar pesado com umidade e mofo pioravam a situação. Mas logo formou uma resposta em sua mente.
- Um verdadeiro Homem luta suas próprias batalhas.
- Mas dói demais... – Lucas se chateou com a resposta. Esperava que o irmão enfim pedisse desculpas, mas somente uma tentativa, já que nem seus pais conseguiram lhe retirar tal. Seu irmão carregava seu rótulo permanente: “Teimoso e mal mandado”
Gean sorriu:
- Mas é na dor e na queda que você aprende – Neste momento Gean virou em uma estrada sinuosa e coberta com um grande breu. Esta levava diretamente para o Rio – Acredite, aprendi isto da pior forma, e não tinha um irmão para me defender.
Lucas olhou pela porta lateral do carro para o lado de fora. E então rebateu com uma voz fraca, e quase inaudível.
- Mas família...- Lucas parou de falar por um instante, e então disse - protege família...
Para isto, Gean não tinha resposta, e preferiu ficar calado. E o resto da viagem foi assim, até chegarem em uma área cercada e inacessível por carro. Teriam que deixá-lo abaixo de uma árvore e seguir o caminho andando.
Lucas carregou um galão vermelho, com seu bico e sua base preta, este fazia com que a água não ficasse quente, mantinha-a sempre temperada e fria, adequada para se beber, mas neste momento estava vazia. Carregava também sua vara de pescar e uma lata de milho, que continha dentro de si, ao invés de milho, terra e minhocas. Gean levava consigo sua vara de pescar, o recipiente branco com os anzóis e chumbos, e em uma mochila carregava as roupas, um pano de plástico velho para fazer uma barraca, um acendedor, álcool, cobertores, facão, navalha, lanternas e algumas sacolas de fígado em decomposição, que talvez atraía mais os peixes do que a própria minhoca por causa de seu fedor.
Eles ficaram talvez alguns minutos caminhando para baixo, na terra em declínio, que os levava para a margem do córrego, até que encontraram uma praia com areia branca amarelada, plana e em uma plataforma alta, um pouco acima do rio sereno e negro pela noite, sendo um bom local para pescar e passar a noitada.
A tensão que os irmãos haviam formado entre si prosseguia, até que Lucas, novamente em uma tentativa desesperada de fazer as pazes,desfaz o silêncio.
- A Lua é uma grande bola azul... – Lucas disse impressionadamente com o céu negro e estrelado, com a lua cheia que se ascendia cada vez mais para o centro do céu, com suas luzes tremeluzindo no rio, que continha o reflexo da lua impresso em seu centro, como se este fosse um espelho celestial.
Gean tentou ficar sério, mas não conseguiu conter uma risada enquanto tirava algumas coisas da mochila e colocava uma minhoca úmida e escorregadia no anzol, algo que lutava por sua vida, se contorcendo em sua mão.
- E Você é um grande ser humano que sofre de idiotia – Gean disse, enfim, em bom humor, o que fez seu irmão também sorrir.
Neste momento, um redemoinho começou a surgir acima das águas, em uma grande ventania que circundava em si própria e fazia as águas a seus pés subirem no ar e espirrasse em toda sua volta, e a medida que o redemoinho ficava mais forte, mais rapidamente movia as águas para o alto, onde se formava uma grande espuma branca abaixo, aos pés do redemoinho, e logo a água evolveu-o por completo. Gean e Lucas ficaram completamente boquiabertos enquanto presenciavam o espetáculo alucinante.Um vento frio rondou a pele de Gean,fazendo-a áspera e desigual,com os pêlos se movendo inquietantemente para cima,se eriçando até a nuca.Até que o redemoinho se desfez aos poucos,até por completamente.Mas os ventos que o havia formado ainda não desapareceram.As folhas das árvores pelo caminho que tinham vindo começaram a restolhar,e a ventania poderosa fez com que as árvores dobrassem em si mesma.Foi quando algo ainda mais estranho aconteceu.Iniciou uma garoa no local onde estavam,enquanto o vento ainda silvava em seus ouvidos,e agora,a areia da praia começava a subir no ar e se desmaterializar em várias partículas,tornando o ar mais espesso e de difícil respiração.Uma tempestade da areia da pequena praia se formou em volta deles,e a chuva começou a se tornar mais forte.O único problema da tal chuva,é que a água somente se derramava e caía acima de suas cabeças,como se só aquela praia fosse seu destino final,e somente eles poderiam ser molhados naquele bloco,eles e a areia abaixo de seus pés,que fugiam dos rugidos estridentes do vento. - LUCAS,PEGUE AS COISAS E VAMOS EMBORA! – Gean gritou alto,mais o vento desfez o volume de seu estrídulo como se ele estivesse em um quarto que abafasse o som de sua voz.
O Vento prosseguiu,e um redemoinho começou a se formar novamente,mas desta vez era no rio,que parecia abrir a sua boca para engoli-los de vez. - PORCARIA!ISSO NÃO VAI PRESTAR!!! – Gean bradou, batalhando contra o vento,que mudou subitamente sua posição.Agora os empurrava para dentro do rio.
Lucas estava envolto de um breu,que seu irmão não conseguiu o ver,então se arrastou ainda lutando contra o vento,para pegar a mochila que eles tinham carregado consigo,e conseguiu alcançar sua alça.Um súbito medo apareceu em seus olhos,agora brilhantes com pequenas lágrimas se formando nestes. Aquele que vive de combater o inimigo tem o interesse em o deixar com vida.Gean reconheceu,lembrando de seu irmão.O vento agora quebrava alguns galhos de árvores na mata afronte dele,com vários clacs amedrontadores,até começarem a piorar com o barulho sólido e grave de árvores indo ao chão.Seus pés escorregavam na areia da praia,e seu corpo já estava debilitado e lânguido da luta contra o vento,e não resistiria por muito tempo.Logo,olhou para os lados,em uma tentativa de ver seu irmão novamente – e o viu,sendo lançado em um vôo para o funil de água que o rio havia se transformado – Foi quando desistiu de lutar,fechou seus olhos e enfim, deixou...O Vento o levar.



Eu iria amar receber comentários/críticas. Se eu postar mais um capítulo e não tiver nenhum comentário irei parar de postar, sério.
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